domingo, 9 de maio de 2010

O Principezinho

[ imagem do livro "O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry ]


Recentemente tive o prazer de receber como presente, duma AMIGA minha, o livro "O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry.

Por incrível que pareça nunca o tinha lido! Fiquei maravilhada.

Sendo um livro supostamente para crianças, na minha modesta opinião é para adultos, pois as crianças não saberão ler nas 'entrelinhas' o verdadeiro sentido das suas palavras. 

Não resisto a partilhar e relembrar (a quem já leu) algumas das frases do mesmo:


"... A flor de que tu gostas não corre perigo nenhum... Eu desenho um açaimo para a tua ovelha... Eu desenho uma armadura para a tua flor..."


"... Só conhecemos o que cativamos... Os Homens deixaram de ter tempo para conhecer o que quer que seja. Compram as coisas já feitas aos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os Homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me!..."


"Agora vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos."


"Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que cativaste."


"Casas, estrelas ou desertos, é tudo a mesma coisa: o que lhes dá beleza nunca se vê!"


"O mais importante é invisível..."


"Quando se ama uma flor que está plantada numa estrela, é bom olhar para o céu. Todas as estrelas ficam floridas..."


"As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para os viajantes, as estrelas são guias. Para outros, não passam de luzinhas. Ainda para outros, os cientistas, são problemas. Para o meu Homem de negócios, eram ouro. Mas todas as estrelas estão caladas."


"E quando estiveres consolado (afinal acabamos sempre por nos consolar), vais ficar contente de me teres conhecido. Vais ser sempre meu amigo."

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